A poesia como espelho — lendo o que escrevemos

  11 de Março de 2026     |       19h 00min     |           Online google meet  

Antologia de Março

Descrição Geral da atividade:
Este encontro será um momento de diálogo literário dedicado à leitura e reflexão sobre os poemas produzidos ao longo do mês. Em um ambiente de escuta sensível e partilha, os participantes poderão conversar sobre seus processos de escrita, observar as imagens e emoções presentes nos textos e perceber como cada poema revela caminhos da própria experiência interior. O objetivo é valorizar o percurso criativo de cada autor e fortalecer o olhar coletivo sobre a poesia.

Público-Alvo:
Voltado a escritores, leitores e pessoas interessadas em literatura que desejam participar de um momento de escuta, leitura e conversa sobre poesia. O encontro acolhe tanto quem já escreve quanto quem está começando a explorar a escrita e deseja compreender melhor o processo criativo.

Modalidade:
online

Carga Horária: 1h 30min

Quantidade de encontros: 1

Conteúdo Programático:
Leitura de poemas produzidos no ciclo literário do mês; reflexão sobre imagens poéticas, emoções e sentidos presentes nos textos; diálogo sobre processos de criação; escuta e interpretação coletiva da poesia; troca de percepções entre escritores e leitores sobre a experiência da escrita introspectiva.

Metodologia:
A atividade ocorrerá em formato de conversa mediada, com leitura de poemas e reflexão coletiva sobre imagens, emoções e sentidos presentes nos textos. O diálogo buscará valorizar o processo criativo dos autores e promover a troca de percepções entre os participantes.

Professor(a) ou facilitador(a): Dolores Flor

Neste encontro, abriremos um espaço de conversa sobre os poemas produzidos ao longo do mês. A proposta é ler alguns textos com calma, observar as imagens, emoções e sentidos que emergem nas entrelinhas e refletir sobre o processo de criação de cada autor. Mais do que analisar poemas, o momento convida os participantes a partilhar experiências de escrita, reconhecer caminhos da própria sensibilidade e perceber como a poesia se constrói, muitas vezes, enquanto ainda estamos nos descobrindo dentro dela.

 

 

 

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