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Me sinto representada neste belo texto, pois tenho meus alimentos de conforto como pipoca, que eu como cada todo dia, tem os que não suporto como cheiro verde, quiabo, cebola, pimentão e pepino! Além de textura de roupas e etiquetas, às vezes preciso de silêncio para me confortar!
Keila Rackel Tavares | 02/02/2026 ás 21:00Texto: “Hiper foco do TEA”
Parabéns pela linda Prosa!
Edson Bento | 02/02/2026 ás 19:45Texto: A LÁGRIMA QUE O VENTO LEVOU
Perfeito! Em minha opinião você entendeu bem a proposta do mês e escolheu lindamente falar do amor que apesar de ser platônico, sabe respeitar e calar, ainda que por dentro esteja morrendo de dor , parabéns!
Keila Rackel Tavares | 02/02/2026 ás 18:02Texto: A LÁGRIMA QUE O VENTO LEVOU
Primeiramente, amei a proposta e parafraseando Poe ao falar do amor perdido em o Corvo: nunca mais, dá para sentir que apesar da perda, o amor ainda permanece!
Keila Rackel Tavares | 02/02/2026 ás 17:39Texto: Fevereiro | Subgênero Lírico – Poesia Amorosa
Lindo poema
CailaneEmanuele | 02/02/2026 ás 16:00Texto: Musa Silenciosa
Lindo poema parabéns sucesso sempre
Maria Lurdes | 02/02/2026 ás 15:59Texto: A LÁGRIMA QUE O VENTO LEVOU
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Sinop-MT
“A Família Literária realmente é uma grande família, ela acolhe, incentiva divulga. Tanto escritores iniciantes quanto os já experientes. Amadores ou profissionais. Tenho plena certeza que se eu não fizesse parte desta maravilhosa família, a maioria dos meus textos estariam na gaveta, ou ainda nem existiriam. Pois muito do hábito de escrever e publicar desenvolvi por fazer parte da Família Literária.”
Sinop-MT
“
Minha Travessia Literária
Durante muito tempo, guardei meus escritos como quem protege um segredo. Poesias rabiscadas em cadernos antigos, contos inacabados dormindo em gavetas, sentimentos soltos esperando um espaço para respirar. Eu escrevia, sim — mas em silêncio.
"Até que um dia, no grupo da escola, postaram um link: um concurso de poesia. Pequeno nos detalhes, mas imenso nas consequências. Foi o empurrão que eu não sabia que precisava. Com o coração apertado, enviei um poema. E o que aconteceu depois foi ainda mais surpreendente: fui uma das vencedoras do concurso Sinop, em Versos, conquistando o terceiro lugar. Não foi apenas uma vitória — foi um abraço da vida, dizendo que eu podia. “Foi assim que conheci a família literária.
Fui acolhida de forma tão generosa que, pela primeira vez, senti que minhas palavras tinham casa. Cada mensagem, cada gesto, cada incentivo vindo dessa família me fez querer não apenas escrever mais, mas me reconhecer como escritora. Eles não apenas leram meus textos — eles me enxergaram. E isso não tem preço.
Aos poucos, fui tirando da gaveta meus esboços, reconstruindo contos esquecidos, dando voz a crônicas guardadas e permitindo que a poesia fluísse como rio em tempo de cheia. A escrita, antes tímida, tornou-se um grito de pertencimento.
Por isso, hoje, deixo registrada minha mais profunda gratidão à família literária. Vocês foram farol, terreno fértil e aconchego. E, mais do que tudo, me mostraram que palavras bem acolhidas florescem.
De coração aberto, obrigada por me fazer parte.
”
Curitiba-PR
“
Amigos,
que nossas mãos nunca se esqueçam do peso sagrado das palavras,
nem nossos olhos desaprendam a ver beleza nas frestas.
Somos artesãos do invisível.
Costuramos silêncios com letras,
erguemos pontes onde antes havia abismos,
damos nome ao que dói e forma ao que insiste em nascer.
Que o cansaço nunca nos roube o assombro.
Que a pressa do mundo não nos ensine a escrever raso.
Que tenhamos coragem de rasgar páginas, recomeçar frases
e permanecer fiéis ao tremor honesto daquilo que sentimos.
Escrevemos para não adoecer de excesso,
para não morrer engolidos pelo que não foi dito,
para deixar rastros de humanidade em tempos apressados.
Que nossos textos encontrem morada em outros peitos.
Que nossas dúvidas continuem férteis.
Que nossas cicatrizes aprendam a contar histórias.
Seguimos juntos
solitários na escrita,
irmãos na travessia.
Com afeto e palavra,
Talita Souza Cruz
”

