comentários
O Eu lírico aflorado da poetisa, fez da proposta do lirismo uma ponte para a boa Poesia
ADAILTON LIMA | 04/02/2026 ás 16:06Texto: Exortação
Nas delícias do amor queremos estar presos, porém com liberdade! Como é insinuante a ternura de um amor!
Lorde Égamo | 04/02/2026 ás 16:05Texto: NO SILÊNCIO DA AUSÊNCIA
Prosa Poética digna de um Lorde. Parabéns!
ADAILTON LIMA | 04/02/2026 ás 16:05Texto: A LÁGRIMA QUE O VENTO LEVOU
Mesmo longe... Você descreveu de perto seu sentimento. Muito lindo
ADAILTON LIMA | 04/02/2026 ás 16:04Texto: CORAÇÃO PARTIDO
Belíssimo ensaio poético, o Amor e suas palavras inspiradoras
ADAILTON LIMA | 04/02/2026 ás 16:03Texto: O Amor
Sensibilidade a toda prova, muito bom!
ADAILTON LIMA | 04/02/2026 ás 16:01Texto: “Quando Tocamos Alguém”
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Depoimentos
Curitiba-PR
“
Amigos,
que nossas mãos nunca se esqueçam do peso sagrado das palavras,
nem nossos olhos desaprendam a ver beleza nas frestas.
Somos artesãos do invisível.
Costuramos silêncios com letras,
erguemos pontes onde antes havia abismos,
damos nome ao que dói e forma ao que insiste em nascer.
Que o cansaço nunca nos roube o assombro.
Que a pressa do mundo não nos ensine a escrever raso.
Que tenhamos coragem de rasgar páginas, recomeçar frases
e permanecer fiéis ao tremor honesto daquilo que sentimos.
Escrevemos para não adoecer de excesso,
para não morrer engolidos pelo que não foi dito,
para deixar rastros de humanidade em tempos apressados.
Que nossos textos encontrem morada em outros peitos.
Que nossas dúvidas continuem férteis.
Que nossas cicatrizes aprendam a contar histórias.
Seguimos juntos
solitários na escrita,
irmãos na travessia.
Com afeto e palavra,
Talita Souza Cruz
”Sinop-MT
“
Minha Travessia Literária
Durante muito tempo, guardei meus escritos como quem protege um segredo. Poesias rabiscadas em cadernos antigos, contos inacabados dormindo em gavetas, sentimentos soltos esperando um espaço para respirar. Eu escrevia, sim — mas em silêncio.
"Até que um dia, no grupo da escola, postaram um link: um concurso de poesia. Pequeno nos detalhes, mas imenso nas consequências. Foi o empurrão que eu não sabia que precisava. Com o coração apertado, enviei um poema. E o que aconteceu depois foi ainda mais surpreendente: fui uma das vencedoras do concurso Sinop, em Versos, conquistando o terceiro lugar. Não foi apenas uma vitória — foi um abraço da vida, dizendo que eu podia. “Foi assim que conheci a família literária.
Fui acolhida de forma tão generosa que, pela primeira vez, senti que minhas palavras tinham casa. Cada mensagem, cada gesto, cada incentivo vindo dessa família me fez querer não apenas escrever mais, mas me reconhecer como escritora. Eles não apenas leram meus textos — eles me enxergaram. E isso não tem preço.
Aos poucos, fui tirando da gaveta meus esboços, reconstruindo contos esquecidos, dando voz a crônicas guardadas e permitindo que a poesia fluísse como rio em tempo de cheia. A escrita, antes tímida, tornou-se um grito de pertencimento.
Por isso, hoje, deixo registrada minha mais profunda gratidão à família literária. Vocês foram farol, terreno fértil e aconchego. E, mais do que tudo, me mostraram que palavras bem acolhidas florescem.
De coração aberto, obrigada por me fazer parte.
”
Bauru-SP
“
Em 2020, ingressei na família Literárias. Aqui é um lugar de muito trabalho, dedicação e organização, tudo comandado por nossa queridíssima Dolores Flor. Ela não mede esforços para promover e publicar, dando oportunidades aos escritores.
Temos vários projetos, e um que faz a diferença é o Primeiro Autógrafo, que possibilita ao escritor a publicação de seu primeiro livro.
Uma linda festa que acontece todos os anos em dezembro é a Blitz Literária, onde os escritores contemporâneos se reúnem para várias atividades.
À Dolores Flor, só tenho a agradecer por abrir os caminhos que nós, escritores contemporâneos da família Literárias, estamos trilhando.
Rosemeire dos Santos Silva/ Mary Cloe

