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Essa crônica explora um forte cunho político e social. Na música a que se refere, "O Bêbado e o Equilibrista" havia a metáfora de esperança e de resistência nos tempos da ditadura, pelos quais passamos. Hoje, segundo o texto, a figura do "equilibrista" é o cidadão que tenta sobreviver diante do caos administrativo patente aos olhos de todos nós. É uma crônica realista, forte e contundente! Parabéns, querida escritora por seu destemor!

Lorde Égamo | 01/03/2026 ás 13:08

Texto: Rabo de Foguete

Essa tatuagem não é uma marca externa, mas uma metáfora sobre uma inscrição indelével na alma. Seu lirismo é profundo e explora a conexão entre o físico e o imaterial! Parabéns!

Lorde Égamo | 01/03/2026 ás 12:53

Texto: Pele minha tatuada

Sinto cada palavra colocada com tanta propriedade nessas linhas como um acalento, um afeto, um carinho. Um lindo cordel, que, ao mesmo tempo, faz com que eu me aproprie de suas palavras e sinta saudades do meu Nordeste. Obrigado, professor.

Daniel Izidoro | 01/03/2026 ás 12:49

Texto: O SEU TOQUE

Obrigado! Lembrar desses momentos é preservar em nós um mundo inteiro.

Daniel Izidoro | 01/03/2026 ás 12:40

Texto: O encontro de dois rodos

Quanta harmonia amorosa há neste poema que é rico em seu lirismo! É tão lindo poder lembrar do amor platônico que envolvido de nostalgia juvenil, onde se vivia na esfera do ideal e do silêncio! Mui lindo! Parabéns!

Lorde Égamo | 01/03/2026 ás 12:39

Texto: O toque de um olhar

Obrigado. Fico feliz que minha prosa poética tenha tocado uma lembrança da sua infância.

Daniel Izidoro | 01/03/2026 ás 12:38

Texto: O encontro de dois rodos

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Mafalda Moreno
Jaraguá do Sul

“Participar da família literária é algo enriquecedor. Amplia nosso conhecimento, ativa nossa memória, nos torna pessoas mais cultas e participativas. Com ela ampliamos nosso círculo de amizades, onde a comunicação torna-se cada vez mais ativa. Ela nos dá a oportunidade de transformar nossos escritos em livros, tornando-nos conhecidos no maravilhoso espaço literário. Afinal estamos em constante aprendizagem, e ser escritora me faz muito feliz. Venham também fazer parte desse nosso mundo de encanto e conhecimento. Venham! Gratidão Dolores. Gratidão Família Literária. ”

Silvia Dos Santos Alves
Sinop-MT

Minha Travessia Literária

Durante muito tempo, guardei meus escritos como quem protege um segredo. Poesias rabiscadas em cadernos antigos, contos inacabados dormindo em gavetas, sentimentos soltos esperando um espaço para respirar. Eu escrevia, sim — mas em silêncio.

"Até que um dia, no grupo da escola, postaram um link: um concurso de poesia. Pequeno nos detalhes, mas imenso nas consequências. Foi o empurrão que eu não sabia que precisava. Com o coração apertado, enviei um poema. E o que aconteceu depois foi ainda mais surpreendente: fui uma das vencedoras do concurso Sinop, em Versos, conquistando o terceiro lugar. Não foi apenas uma vitória — foi um abraço da vida, dizendo que eu podia. “Foi assim que conheci a família literária.

Fui acolhida de forma tão generosa que, pela primeira vez, senti que minhas palavras tinham casa. Cada mensagem, cada gesto, cada incentivo vindo dessa família me fez querer não apenas escrever mais, mas me reconhecer como escritora. Eles não apenas leram meus textos — eles me enxergaram. E isso não tem preço.

Aos poucos, fui tirando da gaveta meus esboços, reconstruindo contos esquecidos, dando voz a crônicas guardadas e permitindo que a poesia fluísse como rio em tempo de cheia. A escrita, antes tímida, tornou-se um grito de pertencimento.

Por isso, hoje, deixo registrada minha mais profunda gratidão à família literária. Vocês foram farol, terreno fértil e aconchego. E, mais do que tudo, me mostraram que palavras bem acolhidas florescem.

De coração aberto, obrigada por me fazer parte.

 

Talita Souza Cruz
Curitiba-PR

Amigos,

que nossas mãos nunca se esqueçam do peso sagrado das palavras,

nem nossos olhos desaprendam a ver beleza nas frestas.

Somos artesãos do invisível.

Costuramos silêncios com letras,

erguemos pontes onde antes havia abismos,

damos nome ao que dói e forma ao que insiste em nascer.

Que o cansaço nunca nos roube o assombro.

Que a pressa do mundo não nos ensine a escrever raso.

Que tenhamos coragem de rasgar páginas, recomeçar frases

e permanecer fiéis ao tremor honesto daquilo que sentimos.

Escrevemos para não adoecer de excesso,

para não morrer engolidos pelo que não foi dito,

para deixar rastros de humanidade em tempos apressados.

Que nossos textos encontrem morada em outros peitos.

Que nossas dúvidas continuem férteis.

Que nossas cicatrizes aprendam a contar histórias.

Seguimos juntos 

solitários na escrita,

irmãos na travessia.

Com afeto e palavra,

Talita Souza Cruz

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