Parceiros Literários

Depoimentos

CESAR MURIANA
Sinop-MT

Quero testemunhar uma das grande emoções de minha vida, no qual foi realizado na 6ª Blitz Literária 2025.

Momento de alegria, realização, satisfação e grande emoções com a presença de meus familiares, de todos os convidados, escritores, autoridades, para esse momento magico. Nasce um filho que é o meu livro de ANTOLOGIA DE POESIAS GAÚCHAS E DECLAMAÇÃO- Clube da Poesia.

Foi um desejo de anos em poder ajudar meus alunos e tambem os pais dos meus alunos que procuram poesias gauchas para declamarem em suas cidades, em rodeios artísticos e até mesmo concursos e saraus.

A BLITZ faz magia com os escritores, e em todos os momentos viver cultura, livro, exposições, palestras, network com novos escritores, ver a realização das pessoas em conhecer essa magia.

Nunca será esquecido o que minha parceira Dolores FLor proprietaria da Editora Acoes Literarias e idealizadora da Blitz Literario, fez para que tudo acontecesse e um sonho virasse realidade.

Meu muito obrigado a todos e a tudo. 

Rosemeire Santos Silva
Bauru-SP

Em 2020, ingressei na família Literárias. Aqui é um lugar de muito trabalho, dedicação e organização, tudo comandado por nossa queridíssima Dolores Flor. Ela não mede esforços para promover e publicar, dando oportunidades aos escritores.

Temos vários projetos, e um que faz a diferença é o Primeiro Autógrafo, que possibilita ao escritor a publicação de seu primeiro livro.

Uma linda festa que acontece todos os anos em dezembro é a Blitz Literária, onde os escritores contemporâneos se reúnem para várias atividades.

À Dolores Flor, só tenho a agradecer por abrir os caminhos que nós, escritores contemporâneos da família Literárias, estamos trilhando.

Rosemeire dos Santos Silva/ Mary Cloe 

Talita Souza Cruz
Curitiba-PR

Amigos,

que nossas mãos nunca se esqueçam do peso sagrado das palavras,

nem nossos olhos desaprendam a ver beleza nas frestas.

Somos artesãos do invisível.

Costuramos silêncios com letras,

erguemos pontes onde antes havia abismos,

damos nome ao que dói e forma ao que insiste em nascer.

Que o cansaço nunca nos roube o assombro.

Que a pressa do mundo não nos ensine a escrever raso.

Que tenhamos coragem de rasgar páginas, recomeçar frases

e permanecer fiéis ao tremor honesto daquilo que sentimos.

Escrevemos para não adoecer de excesso,

para não morrer engolidos pelo que não foi dito,

para deixar rastros de humanidade em tempos apressados.

Que nossos textos encontrem morada em outros peitos.

Que nossas dúvidas continuem férteis.

Que nossas cicatrizes aprendam a contar histórias.

Seguimos juntos 

solitários na escrita,

irmãos na travessia.

Com afeto e palavra,

Talita Souza Cruz

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