A Casa Interna
O eu como morada simbólica tem a necessidade de limpeza, reorganização e abertura das janelas psíquicas.
Há cômodos de nós que ninguém visita.
Memórias que dormem embaixo dos tapetes da consciência.
Limpar-se também é ritual.
Habitar-se é o verbo mais íntimo do existir.
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