CRUZADAS
Juntei meu canto
Ao pranto de muitos...
Muitos guerreiros de aço,
De olhos na terra
E o peito em bagaço.
Juntei meu verso
Ao universo de tantos...
Tantos cavaleiros do após,
Que vivem por muitos
E na morte ficam sós.
Ah! Minhas palavras,
Escravas das lides,
São armas e escudos
Que calam pelos grandes
E falam pelos mudos.