Não estou bem
Mas, afinal, não estou mal
Sinto-me flutuando
Mas, não consigo voar.
Amor, quero você
Mas, por favor, não se entregue totalmente a mim
E, todos os dias, assim, aos poucos vou descobrindo você
deixe-me sentir como um guerreiro.
Não surpreenda de uma vez
Mostre que tenhas autocontrole
Eu sei que não é fácil
Somente busque um foco.
Viva a vida e, nunca mesmo, deixe a vida te levar
Se confiar em mim deixarei que faça parte da minha vida
E, se não confiar, no entanto, posso participar um pouco da sua vida.
Imagine uma página em branco
Gosto de sexo
Preencha algumas linhas
faça eu querer mais
Não escreva tudo
Deixe-me perturbado.
Nunca escolha o meu caminho
Somente faça com que eu mude de caminho
Prometo não mudar seu caminho
As coisas acontecem naturalmente
E, quem sabe, um dia, estamos no mesmo caminho.
Não sei se é amor
Não sei se é paixão
Não sei o que dizer, não tenho dor
Não saberei, enfim, porque perco a razão.
Não importa
Não se preocupe, quero você prá mim.
Comentários
Essas coisas são assim mesmo. Às vezes não sabemos se é amor ou paixão, apenas sabemos que perdemos a razão!
Esse, talvez, seja o momento mais natural, (in)consciente, que o corpo reluz ao amor ou a paixão.
Bacana a intertextualidade que você faz com as músicas...
Miro, fico feliz de ver/ler seus textos por aqui. Bem-vindo à Família Literária. Parabéns.