Frestas
O perfume invade meu ser,
os passarinhos em algazarra,
e o sol, silente, vem me ver
pelas frestas da minha janela.
Em silêncio, perco os sentidos
nos pensamentos que se atrevem
a inundar minha mente em rios
de lembranças que não se esquecem.
Ali, sozinha, me abandono
à loucura do teu amor,
enquanto o perfume, de novo,
invade meu ser...
Rose Correia.
Comentários
Poema que indpira sentimentos e lembranças...
Lindíssimo poema adorei parabéns sucesso sempre
Que poema gostoso, deixo aqui minhas palmas.
É indecifrável o amor que entra pela frestas e deixa o seu apimentado perfume! O perfume do amor!
Lindíssimo poema!