JURAS E DESAMORES

| Poesia Lírica | 2025 - Antologia Junia Tainá Nogueira Fries e Convidados | Edson Bento
Publicado em 28 de Abril de 2026 ás 15h 12min

Juras e Desamores 


 

Eu jurei te amar e também sofri  

O meu erro foi te prometer  

Perdão eu quero te pedir  

Por não conseguir te fazer feliz  


 

Não prometa amar eternamente  

Se o seu amor é passageiro  

Se você ama no presente  

O seu amor será um tiro certeiro  


 

As juras de amor  

E promessas sem fim  

É tinta sem nanquim  

É flor que murchou  

E não me perfumou  

E levou seu amor de mim!  


 

Quando a chuva passa  

Promessa de amor vira água  

Que nos rios são alagadas  

E toda jura que é atiçada  

É mais uma chama apagada!  


 

Não jure amor que o vento leva,  

Se a chama presente ainda treme.  

Entregue-se ao instante que se eleva,  

A alma mira, se atira e se acende.  

Coração que ama não se engana, não teme.  


 

Edbento 

 

Comentários

O poema "Juras e desamores", de EdBento explora a dualidade romântica dos sentimentos: promessa - jura; ruptura - desamor! É um retrato do quanto somos vulneráveis frente às relações interpessoais! É, também, um convite a que reflitamos sobre a sinceridade dos compromissos assumidos!

Lorde Égamo | 28/04/2026 ás 18:38
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