Pavilhão eterno
Uma lembrança na retina
Mentalizada pelo respeito
Movida por mais bela rotina
Que emocionava nosso peito
Eramos crianças curiosas
Não sabíamos porque a reverência
Farda engomada, bota lustrosa
Cantavamos com rara efervescência
E no alto víamos triunfante
Cores fortes em pano imponente
Seriedade a todo instante
Emocionando toda gente
Imortalizado pendão da esperança
Retumbante ímpar e fugaz
Facultativo na nossa infância
Símbolo augusto da paz
Querido símbolo da terra
Pavilhão nobre e varonil
Paixão que não se encerra
Da nossa amada pátria, Brasil
ADAILTON LIMA