PERDÃO FERIDO

Poesia Amorosa | Celso Custódio
Publicado em 21 de Fevereiro de 2026 ás 16h 15min

A alegria bateu em minha porta

Saiu cedo logo em seguida,

Não hesitou a esperança chegar,

Enquanto a tristeza estava lá fora,

Encontrou a saudade em comunhão

De bens e saíram juntos com a liberdade!

 

O desespero ficou em pânico,

Quando o descontrole pediu calma,

Já havia perdido a paciência logo de cara,

O mau humor tomou conta de todos,

Quando a estupidez descutiu com a

Desonestidade que durou longas horas.

 

A intoletância media forças

Com o preconceito que generaliza tudo,

A falta de educação partiu para cima

Do mau entendido para tirar satisfação,

Como a grosseria já estava no auge

Do tumulto, pediu para dá um tempo.

 

O medo tomou conta enquanto a covardia

Levantava os braços em busca de uma

Passagem livre.

O rancor aguardou a violência se cansar

Para desferir vários golpes.

O perdão todo machucado não aguentou

Os ferimentos e morreu ali mesmo,

Na frente de todo aquele espetáculo!

 

 

 

 

 

 

 

Livro: Mar de Poesias

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