há um rumor de estrela
dentro do meu peito,
um pouco canto,
um pouco chama.
Não é coisa antiga,
nem coisa nova,
é só o agora,
respirando poesia.
Meu coração escreve
sem métrica fixa,
mas com destino,
com sentido.
Cada batida,
é uma sílaba viva.
Cada pausa,
um céu aberto.
Se me dói, floresço.
Sem me prende, ouso.
Se tremo, aprendo.
Se amo, expando.
E no meio do caos diário,
nas notificações do mundo,
brota suave e indomável,
o verso que me mantém humana.