Sinopse:
Um poema sobre existir em contradição, onde tudo tem preço, até o que não se compra. Entre limites impostos e fronteiras autoestreitadas, o eu lírico revela o desgaste de viver, reduzido ao saldo do que foi aceito e negado.
Saldo Humano
O que faz sentido
Somos tudo
Somos nada
Inúmeros caminhos
A mesma estrada
Dinheiro, fama, status...
Miséria, anonimato, off...
Se chove, reclamo...
Se sol, reclamo...
Se calor, reclamo...
Se frio, reclamo...
Nada faz sentido
Vivo no mundo contido...
Estreito fronteiras
Nessa vida passageira
Mas o final é sempre insano
Barato ou caro...
Restamos o saldo
De tudo o que fomos e negamos