Sinopse:
Um poema sobre o dia em que a palavra perdeu a vez.
Sexta-feira Sem Voz
A mão recusa a caneta.
As palavras se recusam à coesão.
A mente tenta, luta, oscila,
mas nada toca o coração.
O peito encolheu.
O ar suprime o pulmão cansado.
Sai como se estivesse meia- mol,
tentando encontrar a direção.
A poeta emudeceu por inteira,
quando o mundo decidiu por ela,
na sexta-feira sem voz.