Sigo
Poemas | Poesia intimista | Rosemeire Santos SilvaPublicado em 16 de Março de 2026 ás 19h 14min
Sigo em paz, comigo mesmo,
a minha caminhada
entrelaçada a flores e poesia.
As flores alegram o meu dia
por me ensinarem que, às vezes,
em poucas horas de existência,
apresentam toda a beleza nelas refletida.
Logo murcham,
mas ali houve uma entrega
a quem tem sensibilidade para ver.
A poesia é tão íntima, tão minha,
que às vezes a seguro
como se fosse minha salvação;
outras, me faz rir.
Em outra ocasião,
transforma-se em rios de lágrimas.
Assim vou vivendo,
até murchar como a flor...
A flor que, depois do processo,
exala a fragrância pura e genuína.
Comentários
A metáfora da flor é o paralelo direto entre a vida humana e o seu ciclo. Em seu poema, Mary Cloe nos diz que, apesar da curta existência da flor, ela nos entrega toda sua beleza. Bem que o ser humano tomasse a flor como exemplo de vida! Reflexão profunda!
Lorde Égamo | 17/03/2026 ás 11:36Obrigado Poeta, por ler e comentar De fato somos frágeis
Rosemeire Santos Silva | 17/03/2026 ás 12:16